quinta-feira, 18 de maio de 2017

Recordando

Aquando da discussão e do abate das árvores houve muitas polémicas declarações e intervenções por parte de pessoas com responsabilidades na autarquia.

Eis a resposta de um representante da autarquia no decorrer de uma discussão acerca da questão das árvores.
Este género de respostas do estilo "estás mal: muda-te porque quem manda sou eu" demonstram bem a falta de polimento e de bom senso que reinam na autarquia. Fica a recordação...





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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Uma Imagem

Uma imagem...
Só porque sim...
Só porque "a Guarda precisa de miolos e não de tijolos"...


terça-feira, 2 de maio de 2017

Os Obnóxios



Há pessoas que pelas suas aptidões físicas (tarrecos, badochas, vesgarolhos, lingrinhas, acéfalos, etc.) começam desde pequenos a optar pela posição de obnóxios. Começam na creche e jardim de infância a dar graxa ao colega de quem primeiro levam nas ventas e depois fazem todo uma carreira de lambecuzismo, sendo que alguns chegam mesmo a cargos superiores.




Depois das creches e dos jardins, onde se aperceberam que o elo mais forte é a educadora ou a professora, fazem todo uma carreira dedicada à obnóxia, chegando por vezes ao topo auxiliando os seus donos a tirar os casacos.

Não antes de fazerem o ensino secundário e universitário (alguns) onde engraxaram e lamberam o traseiro a todos que tinham um pouco de poder, não hesitando em fazer rasteiras e pisar colegas, parceiros e até mesmo familiares para se evidenciarem como subservientes.

Amor próprio? Claro que sim! Vivendo de cócoras, sempre prontos a lamber ou levar à canzana, a vida é-lhes simpática e vai-lhes dando o que desejam: sobreviver sem grande esforço!

Outros chegam ao topo através do alarde! Vociferando e enaltecendo tal como fazem os cães quando vêm o carro do dono aproximar-se do quintal. E quando lhes metem microfones ou câmaras à frente??? Aí rompem rasgadas loas ao dono rosnando a todos quantos lhe possam fazer sombra.

São um género de parasita social, desprovidos de vontade própria e que vivem para agradar ao chefe, ao dono, ao líder e com um potencial de adaptabilidade fora do comum uma vez que tal como cachorros acéfalos de afeiçoam a qualquer dono que surja no entretanto.

Exemplos disso?

Quantos e quantos…

Vejam as criancinhas que se encostam às pernas das educadoras pedindo proteção quais cachorros que se escondem atrás das pernas do dono quando sentem medo.

Vejam os alunos que colocam questões de La Palice para abrilhantar as prelecções dos professores e que ficam ao final da aula (ou vão ter ao gabinete do docente) tirar duvidas inexistentes?

Vejam-se os funcionários (trabalhadores) que levam prendinhas, que tecem rasgados elogios e que veneram as chefias.

Vejam-se os comentadores e opinadores da comunicação social a quem nada dizem palavras como lisura ou imparcialidade.

Vejam-se os nomeados para cargos políticos, os segundos, terceiros e seguintes das vereações ditatoriais.

Vejam-se os selecionados por concursos públicos em localidades onde há ditaduras camufladas.

Uma característica comum é a imitação do chefe agindo para aqueles que julgam inferiores exatamente à imagem do dono, desejando que parasitas mais novos da sua espécie lhes prestem vassalagem tal como eles o fazem.

Outra característica comum aos obnóxios é o medo a quem lhes faz frente (vem-lhes à mente o colega de infância que lhes assoava as ventas), pelo que tentam manter a postura do politicamente correto usando subterfúgios como a elevada educação, a dedicação ao próximo, chegando mesmo a ser catecistas e ratos de igreja para camuflarem a sua incapacidade de lidar com situações correntes como uma discussão.

Como mecanismos de defesa esta espécie utiliza a soberba, a arrogância, a altivez, o tom coloquial e em simultâneo a falsa modéstia somada a discursos riscados e por vezes a tons de voz mais elevados por forma a intimidar o adversário (imaginem um chiuaua com o rosno de um serra).

Quando a terra treme, quando alguém lhes faz frente, quando alguém os defronta ficam pequeninos (encolhem), parecem baratas tontas à procura de uma sombra para se esconderem.

Como todas as espécies que nos enojam, para além de rastejarem, movem-se na sombra e como covardes que são por natureza, agem pelas costas e sempre que podem ferem e matam apenas por vingança.

Outra característica é a de se sentirem honrados sempre que sentem o traseiro chutado pelo dono, ou sempre que o chefe os salpica com uma pinga de urina.

Na hierarquia dos obnóxios há outras características interessantes de observar como por exemplo aquele que está no topo da hierarquia cospe, pisa e rebaixa todos os outros (sendo que isso é replicado pela hierarquia da espécie nos seus inferiores).



Estamos rodeados de obnóxios, pessoas sem convicções cujo objectivo é a sobrevivência através da subserviência, e que por sua vez geram uma hierarquia onde a todo custo tentam que outros lhes sejam subservientes.
Uma espécie que pelo seu poder de adaptação está longe da extinção mas que tem vindo a descredibilizar os organismos que tomam geralmente por habitat que são naturalmente os partidos políticos.

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Leram tudo isto?

Os obnóxios não existem!

Esqueçam, é apenas ficção!
 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

E os votos Senhor???



Contam à boca cheia (más línguas / bêbados / mentirosos / hater’s) nas tertúlias de fim de tarde e nas noites de bohèmia que AA não está nem à vontadinha, nem à vontade, mas sim “à rasca”…


Correm boatos que as contas da clarividência de alguns podem-lhes sair furadas, ou seja, as favas contadas de uma recandidatura estrondosa por parte do PSD, corre sérios riscos de ir por água abaixo. Os motivos? São imensos, mas ponderáveis se tivermos em conta o que é o Burgo1056, as suas gentes e as suas ansias.

Vejamos: no PSD há um descontentamento crescente relativamente à imagem, às atitudes, à arrogância e soberba quer do edil, quer de todos os que o rodeiam (sim, porque nas costas até assessor(zecos) empinam o nariz e se julgam donos disto tudo).

Descontentamento em crescendo porque muitos ainda se recordam das rasteiras políticas com que o atual edil chegou ao poder – esses são os que não esqueceram nem perdoaram. Afirmam que em quatro anos AA não teve a capacidade de galvanizar simpatias optando pela máxima “eles vêm cá parar”.

Por outro lado, surgem os descontentes que não viram os seus desejos (de emprego, de ascensão na carreira, de tacho) serem satisfeitos e que comparam as benesses dadas aos de fora.

Somando, surgem outros que não se reveem numa governação despesista voltada para o “tijolo” em vez do “miolo”, quando se sabe que há interesses financeiros por parte de empresas directamente ligadas a familiares.

Outros que se insurgem contra o aparecimento de “estranhos” ou independentes nas listas laranja, vêm goradas as aspirações de ter um companheiro em lugar de topo, pelo que secretamente exercerão o direito do voto de acordo com as suas convicções.

Há ainda os que afirmam que não votarão PSD porque não querem que o seu partido sirva de trampolim para que “falsos independentes” e socialistas ascendam a lugares cimeiros, tal como já foram propostos num passado recente por AA.

Fora do PSD muitos vêm as suas aspirações cair por terra e deixaram de apoiar certos “independentes” por verem nesses “apoios” motivações de interesse, mas disso daremos conta assim que falarmos com os mentirosos para aprofundarmos a desinformação.